o ano das conquistas,
o ano das mudanças,
o ano do aprendizado, duro aprendizado,
o ano da profissão e da volta aos estudos
o ano de entender o porquê,
o ano das soluções,
o ano da Mangueira,
o ano do orgulho,
o ano de descobrir qualquer coisa que ainda acho que vou achar,
o ano de algumas decepções necessárias,
mas de muitas alegrias, muitas alegrias!
o ano da lua dourada, do sol vermelho,
o ano do Leblon e do Tio Maneco
o ano dos gritos e das gargalhadas,
o ano de muitas fotos, maravilhosas lembranças,
poucas nem tão boas assim,
o ano dos planos pro próximo ano,
o ano de chorar, o ano de aprender a viver de novo,
o ano de fechar os olhos e aproveitar,
o ano de transbordar de felicidade!
o ano do não, o ano do sim,
o ano da crise,
o ano da cidade cinzenta roubando pessoas queridas,
o ano do Chiclete com Banana
e dos formigueiros,
o ano dos desacontecimentos e das primeiras rugas
o ano dos churrascos, festas e afins
o ano das brigas e reconciliações,
o ano de algumas descobertas,
o ano de novos conceitos,
o ano da maturidade, definitivamente!
mas acima de tudo,
o ano da amizade,
da verdadeira amizade,
como todos os outros, aliás
2008, o ano que mal começou e já vai acabar...
e 2009 vai ser o bicho!!!
Feliz Ano Todo para todos!!!
... ou poderia ser!
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
Minha Lista das Botas:
1- Casar, nem que dure apenas 2 meses
2- Ser mãe
3- Ir pra Cancun solteira
4- Ir pra Europa (bem) acompanhada
5- Dar um festão inesquecível de aniversário
6- Encontrar meu grande amor
7- Dizer o que sinto para cada pessoa importante
8- Ter um Natal feliz, pelo menos um
9- Esquecer algumas mágoas
10 -Fazer uma tatoo
11- Aprender a esquiar
12- Ter o meu negócio
13- Contribuir de alguma forma com o mundo
14- Roubar um beijo
15- Viajar sem rumo
2- Ser mãe
3- Ir pra Cancun solteira
4- Ir pra Europa (bem) acompanhada
5- Dar um festão inesquecível de aniversário
6- Encontrar meu grande amor
7- Dizer o que sinto para cada pessoa importante
8- Ter um Natal feliz, pelo menos um
9- Esquecer algumas mágoas
10 -Fazer uma tatoo
11- Aprender a esquiar
12- Ter o meu negócio
13- Contribuir de alguma forma com o mundo
14- Roubar um beijo
15- Viajar sem rumo
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Um dia...
Pratico muitos pecados capitais: gula, preguiça, ira, luxúria, avareza... não nego a minha não vocação para santa. Mas um especial passa na maioria das vezes muito longe de mim: a inveja. Digo muitas vezes porque há sim uma coisa que me faz despertá-la, que é a família. Realmente invejo quem tem uma família. Não uma família qualquer, porque nunca tive conhecimento sobre nenhum filho de chocadeira. Mas me refiro a uma família estruturada, com laços fortes, que se reúna no jantar ou pelo menos no Natal.
Acho lindo irmãos que se amam e são parceiros, que desejam o bem do outro. Quisera eu ter pais unidos, que colocassem sempre os filhos como prioridade. Eu infelizmente nunca tive isso, e quanto mais adulta eu fico, mais percebo como faz falta.
Apesar disso, nunca tive grandes problemas, sempre consegui o que quis por meus próprios meios desde cedo, e isso foi bastante positivo. No entanto, aprendi a ser dura, aprendi a não confiar em ninguém, aprendi a ser muito exigente com aqueles que se aproximam de mim. Isso é ruim. A ingenuidade é um mal muitas vezes necessário. Sei me proteger mas não sei me doar, e isso desde sempre. Porque sempre vejo a maldade onde ela existe, mas muitas vezes seria melhor não percebê-la.
Sou uma intolerante que não se decepciona, mas muitas vezes queria apenas chegar em casa e poder chorar contando alguma decepção.
Por isso que vejo algumas amigas tão companheiras de seus irmãos ou tão cúmplices de seus pais que penso que por um instante eu trocaria toda a minha indepedência por um chamego.
De verdade, um dia eu serei uma mãe maravilhosa.
Acho lindo irmãos que se amam e são parceiros, que desejam o bem do outro. Quisera eu ter pais unidos, que colocassem sempre os filhos como prioridade. Eu infelizmente nunca tive isso, e quanto mais adulta eu fico, mais percebo como faz falta.
Apesar disso, nunca tive grandes problemas, sempre consegui o que quis por meus próprios meios desde cedo, e isso foi bastante positivo. No entanto, aprendi a ser dura, aprendi a não confiar em ninguém, aprendi a ser muito exigente com aqueles que se aproximam de mim. Isso é ruim. A ingenuidade é um mal muitas vezes necessário. Sei me proteger mas não sei me doar, e isso desde sempre. Porque sempre vejo a maldade onde ela existe, mas muitas vezes seria melhor não percebê-la.
Sou uma intolerante que não se decepciona, mas muitas vezes queria apenas chegar em casa e poder chorar contando alguma decepção.
Por isso que vejo algumas amigas tão companheiras de seus irmãos ou tão cúmplices de seus pais que penso que por um instante eu trocaria toda a minha indepedência por um chamego.
De verdade, um dia eu serei uma mãe maravilhosa.
domingo, 14 de setembro de 2008
Como eu queria!!!
Aaaa, seria tão bom que tudo fosse como nós acreditávamos quando éramos crianças... Eu queria muito que as nuvens realmente fossem de algodão para eu me jogar nelas, ou que cada estrelinha do céu fosse uma pessoa querida que se foi, pra eu olhar pra lá cada vez que sentisse saudade do vovô, da vovó, dos meus lindos gatinhos...
Queria também que o Papai Noel fosse de verdade, com seu trenó e suas renas. Queria que príncipes encantados existissem mesmo. E nem precisava do cavalo branco.
Seria maravilhoso se eu pudesse comer chocolate e sorvete o dia inteiro, sem nem me preocupar com a silhueta, que nem quando eu era pequena. E também que anjos da guarda fossem reais. Eu inclusive escrevia cartinhas para o meu, que se chamava Rehael.
Queria demais que toda pessoa má tivesse uma verruga no nariz, pra gente logo identificar. E que sempre sempre sempre elas tivessem um final muito triste. Aliás, queria também que todas as pessoas que fizessem o bem fossem muito felizes.
O mundo das crianças é bem mais legal e justo. Aí a gente cresce e chegam as notícias tristes. De que o Papai Noel não existe, de que chocolate engorda e você precisa ser magra pra ser bonita. De que os príncipes são sapos que se preocupam mais com os músculos do corpo do que com o cérebro. E principalmente de que no mundo há muito mais pessoas más do que boas, e elas se dão muito bem na vida. E o pior: você demora para descobrir isso, demora muito.
Mas com relação às estrelinhas do céu, me desculpem, sei que é bobo, mas continuo acreditando. Ninguém me convence de que vovó e vovô não estejam lá. E meus gatinhos também.
Queria também que o Papai Noel fosse de verdade, com seu trenó e suas renas. Queria que príncipes encantados existissem mesmo. E nem precisava do cavalo branco.
Seria maravilhoso se eu pudesse comer chocolate e sorvete o dia inteiro, sem nem me preocupar com a silhueta, que nem quando eu era pequena. E também que anjos da guarda fossem reais. Eu inclusive escrevia cartinhas para o meu, que se chamava Rehael.
Queria demais que toda pessoa má tivesse uma verruga no nariz, pra gente logo identificar. E que sempre sempre sempre elas tivessem um final muito triste. Aliás, queria também que todas as pessoas que fizessem o bem fossem muito felizes.
O mundo das crianças é bem mais legal e justo. Aí a gente cresce e chegam as notícias tristes. De que o Papai Noel não existe, de que chocolate engorda e você precisa ser magra pra ser bonita. De que os príncipes são sapos que se preocupam mais com os músculos do corpo do que com o cérebro. E principalmente de que no mundo há muito mais pessoas más do que boas, e elas se dão muito bem na vida. E o pior: você demora para descobrir isso, demora muito.
Mas com relação às estrelinhas do céu, me desculpem, sei que é bobo, mas continuo acreditando. Ninguém me convence de que vovó e vovô não estejam lá. E meus gatinhos também.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Entre tapas e beijos...
Hoje vamos falar de celular.
Sim, uma das grandes invenções junto com o microondas e a lente de contato. Quem não tem um celular? Lembro quando ganhei o meu primeiro, na época em que era uma enorme novidade. Todo mundo queria ver meu brinquedinho, tinha gente vindo de outras turmas para pegar o coitado. Eu, boba, deixei tooodo mundo ligar. O que aconteceu? Conta astronômica e adeus amigo. Mammy tirou-o de mim até que eu aprendesse a dizer não. Aprendi, muito bem aprendido por sinal, e a brincadeira voltou, mas solitariamente.
Tenho muitos motivos para amar o celular, ele inclusive ajuda a pagar meu lindo salário no final do mês (num futuro post explico essa parte). Mas como uma pessoa assumidamente paradoxal, ao mesmo tempo em que sou uma exagerada e tenho 3 celulares, muitas vezes eles me proporcionam uma mistura de sentimentos de tensão, medo e revolta. Tudo isso aliado a um certo "saco cheio".
Já repararam que as pessoas se sentem extremamente ofendidas quando você não atende a ligação? O celular deu a todos o direito de falar com quem quer que seja a qualquer hora. Já tive amigo puto porque não atendi às 4 da manhã. Ninguém quer respeitar o fato de que você não quer falar, não tá a fim de bater papo, sequer de falar "alô". Domingo, por exemplo, é dia certo de eu não atender ninguém. Aí sempre tem alguém magoadinho, tipo: "Como você não atendeu???? E por que você não ligou de volta???"
E quando desligo os aparelhos??? "Não sei pra que tem celular se deixa desligado..."
Aaaa, e eu lá tenho que dar satisfação da minha vida pra alguém??? Me poupem! Não atendo e desligo mesmo.
Eu queria era ter vivido no tempo das cartas... Se o assunto estivesse chato, era só parar de ler e jogar fora. Devia ser um tempo muito bom esse...
obs. quem tem 3 celulares não pode odiar tanto esses aparelhinhos, né... no fundo, temos uma relação conturbada, de amor e ódio. Mas reconheço: ruim com eles, sem eles.
Sim, uma das grandes invenções junto com o microondas e a lente de contato. Quem não tem um celular? Lembro quando ganhei o meu primeiro, na época em que era uma enorme novidade. Todo mundo queria ver meu brinquedinho, tinha gente vindo de outras turmas para pegar o coitado. Eu, boba, deixei tooodo mundo ligar. O que aconteceu? Conta astronômica e adeus amigo. Mammy tirou-o de mim até que eu aprendesse a dizer não. Aprendi, muito bem aprendido por sinal, e a brincadeira voltou, mas solitariamente.
Tenho muitos motivos para amar o celular, ele inclusive ajuda a pagar meu lindo salário no final do mês (num futuro post explico essa parte). Mas como uma pessoa assumidamente paradoxal, ao mesmo tempo em que sou uma exagerada e tenho 3 celulares, muitas vezes eles me proporcionam uma mistura de sentimentos de tensão, medo e revolta. Tudo isso aliado a um certo "saco cheio".
Já repararam que as pessoas se sentem extremamente ofendidas quando você não atende a ligação? O celular deu a todos o direito de falar com quem quer que seja a qualquer hora. Já tive amigo puto porque não atendi às 4 da manhã. Ninguém quer respeitar o fato de que você não quer falar, não tá a fim de bater papo, sequer de falar "alô". Domingo, por exemplo, é dia certo de eu não atender ninguém. Aí sempre tem alguém magoadinho, tipo: "Como você não atendeu???? E por que você não ligou de volta???"
E quando desligo os aparelhos??? "Não sei pra que tem celular se deixa desligado..."
Aaaa, e eu lá tenho que dar satisfação da minha vida pra alguém??? Me poupem! Não atendo e desligo mesmo.
Eu queria era ter vivido no tempo das cartas... Se o assunto estivesse chato, era só parar de ler e jogar fora. Devia ser um tempo muito bom esse...
obs. quem tem 3 celulares não pode odiar tanto esses aparelhinhos, né... no fundo, temos uma relação conturbada, de amor e ódio. Mas reconheço: ruim com eles, sem eles.
domingo, 20 de julho de 2008
Às vezes acontece...
" Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque - a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras - e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos!
Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos."
Esse trecho de Clarice Lispector resume minha vida amorosa. Eu e meu grande amor, que distraidamente encontrei e não tão distraidamente perdi. Prestem atenção nisso, minha gente, se distraiam, se distraiam...
Me desculpem o post sentimental de hoje. É que acordei meio nostálgica.
Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos."
Esse trecho de Clarice Lispector resume minha vida amorosa. Eu e meu grande amor, que distraidamente encontrei e não tão distraidamente perdi. Prestem atenção nisso, minha gente, se distraiam, se distraiam...
Me desculpem o post sentimental de hoje. É que acordei meio nostálgica.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Um sinal em minha vida...
Todo santo dia eu paro em um sinal* quando estou voltando do trabalho e vejo a mesma senhora. Ela está lá sempre. Antes, vendia chocolate. Agora, vende biscoito Globo. Mas desde o primeiro dia em que a vi, me chamou atenção a sua alegria.
Ela vem pelos carros oferecendo o biscoito com um sorriso de orelha a orelha. Há 2 anos. Há 2 anos ela está ali. De vez em quando eu compro, só porque eu fico admirada com a alegria que ela me transmite. E sempre pensava que no dia seguinte a flagraria de saco cheio dessa vida desgraçada de vendedora de sinal.
Ela não tem noção de quantas vezes refleti sobre a vida ao observá-la. Eu ficava pensando se era realmente tão feliz quanto parecia. Hoje eu me pergunto como ela consegue ser tão feliz, estando ali na chuva e no vento, muitas vezes até tarde da noite.
O fato é que essa história de que a felicidade está dentro da gente é uma baboseira verdadeira. Conheço gente que tem o carro do ano, o casamento perfeito, filhos lindos, bela casa e está sempre reclamando. Eu mesma já me peguei falando mal da vida pelos cantos. Até que apareceu essa senhora no meu sinal, justo naquele que eu nunca pego aberto. E ela me deu uma lição de vida que, sinceramente, nunca havia aprendido com ninguém.
A escolha é sempre nossa.
* sinal de trânsito, semáforo, farol.
Ela vem pelos carros oferecendo o biscoito com um sorriso de orelha a orelha. Há 2 anos. Há 2 anos ela está ali. De vez em quando eu compro, só porque eu fico admirada com a alegria que ela me transmite. E sempre pensava que no dia seguinte a flagraria de saco cheio dessa vida desgraçada de vendedora de sinal.
Ela não tem noção de quantas vezes refleti sobre a vida ao observá-la. Eu ficava pensando se era realmente tão feliz quanto parecia. Hoje eu me pergunto como ela consegue ser tão feliz, estando ali na chuva e no vento, muitas vezes até tarde da noite.
O fato é que essa história de que a felicidade está dentro da gente é uma baboseira verdadeira. Conheço gente que tem o carro do ano, o casamento perfeito, filhos lindos, bela casa e está sempre reclamando. Eu mesma já me peguei falando mal da vida pelos cantos. Até que apareceu essa senhora no meu sinal, justo naquele que eu nunca pego aberto. E ela me deu uma lição de vida que, sinceramente, nunca havia aprendido com ninguém.
A escolha é sempre nossa.
* sinal de trânsito, semáforo, farol.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Dona, muito dona, de mim!
Eu sou uma pessoa sozinha. Sim, é uma frase forte. Mas é isso mesmo. Mais do que independente, mais do que solitária, sou sozinha. Tudo que faço de verdade, com conteúdo, é sozinha.
Mas não pensem que sou introvertida, que tenho poucos amigos ou que sou tímida. Não é isso não. Sou popular, bem popular, acreditem. Aliás, adoro uma festa. Porém, é quando chego em casa, troco de roupa, coloco meus óculos, é nesse momento que me encontro. Meio doido, né?
Não consigo ser diferente. Preciso muito ter um tempo comigo, nos meus pensamentos. Viajar com alguém , por exemplo, mesmo com namorado, durante um período longo me cansa. Fico desesperada. Me sinto sufocada, tudo passa a me irritar. É complicado alguém entender isso, devido à minha personalidade, ao que mostro ao mundo. Entre nós: bom para mim mesmo, o ideal, é viajar sozinha.
E ao contrário do que pensam por aí, a solidão pode ser alegre. A minha é assim: livre, leve, feliz.
Sou sozinha porque gosto, porque quero. Porque é quando recarrego energias. Quando canso de mim, eu ponho o pescoço pra fora da casca. Se cansei do mundo, eu me recolho. Muitos não entendem isso; mas , sinceramente, não estou nem aí!...
... porque eu sou a única dona de mim!
Mas não pensem que sou introvertida, que tenho poucos amigos ou que sou tímida. Não é isso não. Sou popular, bem popular, acreditem. Aliás, adoro uma festa. Porém, é quando chego em casa, troco de roupa, coloco meus óculos, é nesse momento que me encontro. Meio doido, né?
Não consigo ser diferente. Preciso muito ter um tempo comigo, nos meus pensamentos. Viajar com alguém , por exemplo, mesmo com namorado, durante um período longo me cansa. Fico desesperada. Me sinto sufocada, tudo passa a me irritar. É complicado alguém entender isso, devido à minha personalidade, ao que mostro ao mundo. Entre nós: bom para mim mesmo, o ideal, é viajar sozinha.
E ao contrário do que pensam por aí, a solidão pode ser alegre. A minha é assim: livre, leve, feliz.
Sou sozinha porque gosto, porque quero. Porque é quando recarrego energias. Quando canso de mim, eu ponho o pescoço pra fora da casca. Se cansei do mundo, eu me recolho. Muitos não entendem isso; mas , sinceramente, não estou nem aí!...
... porque eu sou a única dona de mim!
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Surtar ou não surtar?
Tá esquisito... tá é muito esquisito.
Fui aceita na área mais disputada da empresa, subi de cargo, tô ganhando dindim e até um namoradinho novo eu ganhei. Se tô feliz? Não exatamente.
Não falei que era esquisito?!
Será que é do ser humano que é um eterno insatisfeito? Será que é do meu signo? Jung com os seus tipos psicológicos explicaria? Freud? Murphy?
A verdade é que quero largar tudo, enfiar a viola na sacola e saí por aí, "sem lenço e nem documento". A minha vida sempre foi assim: no colégio eu era a melhor aluna da classe, mas a mais bêbada também; na faculdade matava todas as aulas e era a queridinha dos professores; na minha família, sou considerada ao mesmo tempo a exemplar e a ovelha negra. Tô sempre entre o anjinho e o diabinho. Diabinho, anjinho, diabinho, anjinho...
Quando ouço o anjinho, ouço porque quero: gosto desse meu senso de responsabilidade. Mas também sou muito feliz com o meu diabinho.
Se eu ouvir o primeiro agora, me casarei, terei meus filhinhos, morarei numa linda casa com um belo jardim em um condomínio fechado, terei um cachorro e um gato, serei uma profissional bem sucedida com o meu bolso agradecendo. Se o diabinho prevalecer, aí é entregar pro acaso. Daqui a 5 anos posso ter morado na Índia, casado em Las Vegas com um conhecido de 1 semana com o Elvis de padre ou morado embaixo da ponte de Brooklin, dura que nem côco e minha mammy tendo vários enfartes.
Surtar ou não surtar: essa sim é a questão!
Fui aceita na área mais disputada da empresa, subi de cargo, tô ganhando dindim e até um namoradinho novo eu ganhei. Se tô feliz? Não exatamente.
Não falei que era esquisito?!
Será que é do ser humano que é um eterno insatisfeito? Será que é do meu signo? Jung com os seus tipos psicológicos explicaria? Freud? Murphy?
A verdade é que quero largar tudo, enfiar a viola na sacola e saí por aí, "sem lenço e nem documento". A minha vida sempre foi assim: no colégio eu era a melhor aluna da classe, mas a mais bêbada também; na faculdade matava todas as aulas e era a queridinha dos professores; na minha família, sou considerada ao mesmo tempo a exemplar e a ovelha negra. Tô sempre entre o anjinho e o diabinho. Diabinho, anjinho, diabinho, anjinho...
Quando ouço o anjinho, ouço porque quero: gosto desse meu senso de responsabilidade. Mas também sou muito feliz com o meu diabinho.
Se eu ouvir o primeiro agora, me casarei, terei meus filhinhos, morarei numa linda casa com um belo jardim em um condomínio fechado, terei um cachorro e um gato, serei uma profissional bem sucedida com o meu bolso agradecendo. Se o diabinho prevalecer, aí é entregar pro acaso. Daqui a 5 anos posso ter morado na Índia, casado em Las Vegas com um conhecido de 1 semana com o Elvis de padre ou morado embaixo da ponte de Brooklin, dura que nem côco e minha mammy tendo vários enfartes.
Surtar ou não surtar: essa sim é a questão!
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Minutitos
Vamos agora a alguns minutitos rapidinhos:
- Jesus, não tenho roupa para sair com esse frio que está fazendo nesse Rio de Janeiro. Aliás, não existe lugar pra ir também. (deve ser por isso que os países mais frios registram o maior índice de suicídio: é tédio)
- Já dizia o poeta: antes morrer de vodka do que de tédio. Concordo plenamente.
- Desconfio de que fui Clarice Lispector na vida passada.
- Sempre desejei que a vida fosse tipo uma novela de Manoel Carlos: com um final feliz previsível. Agora espero que tenha um final feliz e ponto. Mas queria muito ter essa certeza; assim, muitas coisas se simplicariam.
- E a dúvida Tostines do momento é: as mulheres estão mais piranhas porque os homens estão mais canalhas ou os homens estão mais canalhas porque as mulheres estão mais piranhas? Difícil, não?
Termino aqui torcendo muito para que o sol apareça amanhã, que minha vida deixe de ser um filme de Almodóvar, que as mulheres voltem a ser recatadas. E, principalmente, que surja no mundo algum super-herói-exterminador-de-canalhas.
Às vezes, eu queria ter nascido nos anos 60. Êh, tempo bão.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Me leva na mala???!!!
Hoje me deu uma revolta muito muito muito grande. Depois de muitos feedbacks negativos, eu venho tentando, juro que sim, ser uma pessoa calma, receptiva com o próximo, sem nenhum vestígio de surtos tsunâmicos de humor.
No entanto, minha paz-zen foi embora quando abri o jornal.
Notícia 1: a partir de amanhã, nós seremos OBRIGADOS a pagar taxas para banco de tuuudo!! Fez 5 saques no mês? É taxa. Analisou saldo pela net mais do que deveria? É taxa. Fez mais do que 2 transferências entre contas do mesmo banco? É taxa.
Pago IPVA para meu carro se acabar nos buracos das ruas, e ainda tenho que pagar seguro porque não tenho segurança, direito meu como cidadã. Grande parte do meu rico salarinho, fruto de um trabalho árduo, vai em imposto e ainda tenho que pagar o maldito IR. Fora o plano de saúde caríssimo porque se eu depender de hospitais públicos morro nas filas. (E aainda temos as balas perdidas e o mosquitão aedes dos quais tenho que correr mais do que o diabo da cruz).
Agora neguinho vem me dizer que tenho que pagar para fazer o que bem entender com o MEU DINHEIRO?????????????
Notícia 2: os Nardoni podem sair do país. Vocês sabiam disso? "O casal pode viajar para onde quiser, enquanto o inquérito policial não terminar"
Sequer prisão preventida para esses monstros foi pedida. Ou seja, você mata uma criança de 5 anos, que é SUA FILHA, a espanca e a joga da janela e ainda pode saracutear por aí à vontade sem ser incomodado.
Todo mundo lê isso, tá tudo muito bom, tá tudo muito bem, o Ronaldinho pegou 3 travestis, o Flamengo ganhou do Botafogo e o carnaval já já vem aí.
Que país é esse?!
Assim não há terapia que chegue!!!!!!
obs 1. se alguém, além dos Nardoni, estiver saindo do país, me leva na mala por favor?...
obs 2. desculpem o enorme post cheio de ódio no coração, mas estou de fato muito muito muito revoltada.
No entanto, minha paz-zen foi embora quando abri o jornal.
Notícia 1: a partir de amanhã, nós seremos OBRIGADOS a pagar taxas para banco de tuuudo!! Fez 5 saques no mês? É taxa. Analisou saldo pela net mais do que deveria? É taxa. Fez mais do que 2 transferências entre contas do mesmo banco? É taxa.
Pago IPVA para meu carro se acabar nos buracos das ruas, e ainda tenho que pagar seguro porque não tenho segurança, direito meu como cidadã. Grande parte do meu rico salarinho, fruto de um trabalho árduo, vai em imposto e ainda tenho que pagar o maldito IR. Fora o plano de saúde caríssimo porque se eu depender de hospitais públicos morro nas filas. (E aainda temos as balas perdidas e o mosquitão aedes dos quais tenho que correr mais do que o diabo da cruz).
Agora neguinho vem me dizer que tenho que pagar para fazer o que bem entender com o MEU DINHEIRO?????????????
Notícia 2: os Nardoni podem sair do país. Vocês sabiam disso? "O casal pode viajar para onde quiser, enquanto o inquérito policial não terminar"
Sequer prisão preventida para esses monstros foi pedida. Ou seja, você mata uma criança de 5 anos, que é SUA FILHA, a espanca e a joga da janela e ainda pode saracutear por aí à vontade sem ser incomodado.
Todo mundo lê isso, tá tudo muito bom, tá tudo muito bem, o Ronaldinho pegou 3 travestis, o Flamengo ganhou do Botafogo e o carnaval já já vem aí.
Que país é esse?!
Assim não há terapia que chegue!!!!!!
obs 1. se alguém, além dos Nardoni, estiver saindo do país, me leva na mala por favor?...
obs 2. desculpem o enorme post cheio de ódio no coração, mas estou de fato muito muito muito revoltada.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Toda madruga é isso!
O que fazer com um ex que te liga todo final de semana às 5 da manhã bêbado?
Não atender?
E o que fazer quando você não atende e ele começa a ligar pro celular dos seus amigos?
...Não consigo entender por que as pessoas fazem isso. Já briguei, pedi, implorei, ignorei.
E toda madrugada é isso!
Não atender?
E o que fazer quando você não atende e ele começa a ligar pro celular dos seus amigos?
...Não consigo entender por que as pessoas fazem isso. Já briguei, pedi, implorei, ignorei.
E toda madrugada é isso!
Viva o Benjamin!!!
E eis que sumi de novo!!! Mas não, não estava num momento Doril não! Não estava refletindo sobre a vida, nem meditando nem perdida pelas baladas frenéticas de Sampa... A questão é: meu querido computador, velho companheiro de querra, explodiu! Sim, minha gente, fez boooom!
Como no trabalho fica puxado fazer qualquer outra coisa que não seja de trabalho, esse meu sumiço se deveu à ausência de um computador. Porém, como no final tudo sempre dá certo, como diz o poeta, comprei outro liiiiiindo de morrer pra mim. Minha nova paixão que já batizei Benjamin.
Na verdade, Benjamin seria o nome de meu primeiro filho; quer coisa mais burguesa? Levei 5 anos para convencer meu namorado-até-então-futuro-marido a permitir que o nome do primogênito fosse esse. Quando convenci, lá se foi o namoro. Não tenho filho, nem futuro marido, mas tenho meu lindo e maravilhoso notebook Benjamin eeeeeee!!!!
Prometo que serei mais presente agora, ok?
obs: gente, tô chocada com essa história da garotinha Isabela Nardoni! Como um pai tem coragem de matar a própria filha? E de 5 anos, indefesa e linda! Onde esse mundo vai parar? Vou lançar a campanha: "Nardoni pros tubarões!"
Como no trabalho fica puxado fazer qualquer outra coisa que não seja de trabalho, esse meu sumiço se deveu à ausência de um computador. Porém, como no final tudo sempre dá certo, como diz o poeta, comprei outro liiiiiindo de morrer pra mim. Minha nova paixão que já batizei Benjamin.
Na verdade, Benjamin seria o nome de meu primeiro filho; quer coisa mais burguesa? Levei 5 anos para convencer meu namorado-até-então-futuro-marido a permitir que o nome do primogênito fosse esse. Quando convenci, lá se foi o namoro. Não tenho filho, nem futuro marido, mas tenho meu lindo e maravilhoso notebook Benjamin eeeeeee!!!!
Prometo que serei mais presente agora, ok?
obs: gente, tô chocada com essa história da garotinha Isabela Nardoni! Como um pai tem coragem de matar a própria filha? E de 5 anos, indefesa e linda! Onde esse mundo vai parar? Vou lançar a campanha: "Nardoni pros tubarões!"
domingo, 30 de março de 2008
E lá vou eu...
Lá vem mais uma viagem a trabalho pra Sampa. Até que eu gossstcho! Reencontro velhos amigos tão queridos, sempre acabo tomando umas, vejo as novas modas quando dá tempo... O problema é que sempre trabalho em dobro nessas viagens e não ganho um tostão a mais por isso. E elas andam bastante frequentes.
Mas nem tudo é dinheiro na vida, né!
Meu povo, e não resisto à balada paulistana. E eu que andava tão quietinha... Já vi que vou dormir umas 3 horas por noite.
Com muita fé, volto no sábado. Mas vou tentar dar uma chegada por aqui antes disso, ok?
obs. Minha amiga corna me ligou nessa semana para contar que está tudo bem com o namorado baloeiro. [cara de paisagem.]
Mas nem tudo é dinheiro na vida, né!
Meu povo, e não resisto à balada paulistana. E eu que andava tão quietinha... Já vi que vou dormir umas 3 horas por noite.
Com muita fé, volto no sábado. Mas vou tentar dar uma chegada por aqui antes disso, ok?
obs. Minha amiga corna me ligou nessa semana para contar que está tudo bem com o namorado baloeiro. [cara de paisagem.]
domingo, 23 de março de 2008
O pior cego...
E hoje a pergunta é: vocês já denunciaram? Já foram dedo-duro/x9/fofoqueira/intromedita/linguaruda? Ou já fizeram justiça?
Eu já fui inúmeras vezes e nunca-jamais-never-and-ever (muita ênfase aí) me arrependi. Porém, aquele triste dia de "se arrependimento matasse..." chegou.
Serei objetiva: peguei o namorado de uma amigona dando o balão*. Estava ele lá, sim, animado e faceiro, numa buátchi do Rio de Janeiro. A mais famosa, aquela em que ninguém vai sem ser visto. E pior: ele é meu amigo. E pior ainda: ele é melhor amigo do meu ex.
Gente, eu sou corporativista. Para mim, a mulherada unida jamais será vencida. Se todas pensassem assim e denunciassem os balões, não tinha namorado mentiroso por aí. Só que eu me esqueci de que quase todas (ou todas?)as mulheres sabem os homens que têm; é aquela velha história de "o pior cego é aquele que não quer ver". Quem nunca quis ver era essa minha amiga e a trouxa aqui não percebeu.
Pois bem, não pensei duas vezes: avisei pro malandrão que era melhor ele contar antes de mim, porque eu ía contar. Deixei claro, falei com todas as letras. E ele me respondeu que eu seria uma otária, que nada aconteceria. Era uma certeza absoluta da impunidade.
Eu contei. Preparei a minha amiga com medo de que sofresse. Medi as palavras. E quando terminei a frase, ela me diz: "Mas o que que eu posso fazer? Brigar com ele? A gente vai até viajar na semana santa..."
E aquela palavra ecoou na minha mente: "Otária, otária,otária..." Não ela, mas eu!
Tudo bem, estou tranquila com minha consciência, fiz meu papel e tudo. Mas do que adianta? Será que minha amiga corna mansa está mais feliz sabendo disso?
Acho que a cega dessa história fui eu.
"Denuncie com moderação" é agora o meu lema.
* dar balão: enganar, fazer a namorada de trouxa, dizer que está em casa e ficar na esbórnia.
Eu já fui inúmeras vezes e nunca-jamais-never-and-ever (muita ênfase aí) me arrependi. Porém, aquele triste dia de "se arrependimento matasse..." chegou.
Serei objetiva: peguei o namorado de uma amigona dando o balão*. Estava ele lá, sim, animado e faceiro, numa buátchi do Rio de Janeiro. A mais famosa, aquela em que ninguém vai sem ser visto. E pior: ele é meu amigo. E pior ainda: ele é melhor amigo do meu ex.
Gente, eu sou corporativista. Para mim, a mulherada unida jamais será vencida. Se todas pensassem assim e denunciassem os balões, não tinha namorado mentiroso por aí. Só que eu me esqueci de que quase todas (ou todas?)as mulheres sabem os homens que têm; é aquela velha história de "o pior cego é aquele que não quer ver". Quem nunca quis ver era essa minha amiga e a trouxa aqui não percebeu.
Pois bem, não pensei duas vezes: avisei pro malandrão que era melhor ele contar antes de mim, porque eu ía contar. Deixei claro, falei com todas as letras. E ele me respondeu que eu seria uma otária, que nada aconteceria. Era uma certeza absoluta da impunidade.
Eu contei. Preparei a minha amiga com medo de que sofresse. Medi as palavras. E quando terminei a frase, ela me diz: "Mas o que que eu posso fazer? Brigar com ele? A gente vai até viajar na semana santa..."
E aquela palavra ecoou na minha mente: "Otária, otária,otária..." Não ela, mas eu!
Tudo bem, estou tranquila com minha consciência, fiz meu papel e tudo. Mas do que adianta? Será que minha amiga corna mansa está mais feliz sabendo disso?
Acho que a cega dessa história fui eu.
"Denuncie com moderação" é agora o meu lema.
* dar balão: enganar, fazer a namorada de trouxa, dizer que está em casa e ficar na esbórnia.
domingo, 16 de março de 2008
Falar o quê ?!
Imagine que está na seguinte situação: você encontra o cara da sua vida. Mas ele, obviamente, não é nada daquilo que esperava. Tem defeitos insuportáveis e qualidades deliciosas, daquelas nem você acreditava admirar. Ele te diverte, te entende e nem você imaginava o quanto são parecidos. Mas é uma relação conturbada, porque você não é muito normal da cabeça - e muito menos ele. Vocês morrem de ciúmes, são paranóicos, inventam historinhas loucas para justificar um telefonema não atendido. E são perigosamente vingativos. Mas se amam muito, e pior: dependem um do outro.
Os momentos sempre são muito intensos. Mas a cada briga louca você se lembra de um dia inesquecível. Essas brigas aumentam e os amigos começam a ficar tensos a cada vez que estão juntos. Até que ninguém mais leva vocês dois a sério, mesmo quando juram de pé junto que não querem nunca mais se encontrar. E os amigos estão certos, porque vocês se encontram. Sempre se encontram no final das contas, mesmo que demore. Até a próxima confusão.
Essas situações viram um ciclo muito vicioso. Você chora muito, ri muito, grita muito... E aí chega a certeza inevitável de que está no seu limite. Você muda sua vida, se afasta dos lugares e amigos em comum. Apaga fotos, lembranças e todos os telefones da agenda do celular - apesar de saber de todos de cor.
O tempo passa, você fica bem, segue a vida adiante. Quando já se acostumou com o novo rumo, você o reencontra, e ele pede mais uma chance. Te diz todo aquele bláblá que no fundo queria tanto ouvir. E fortemente, você diz que não, com o coração na mão. Tem até dor de barriga. Mas mantém a cabeça no lugar.
Passa mais um tempo, você sente um pouco de saudade, e, quando menos espera, lá está ele de novo na sua frente. Sem querer, num lugar que você jamais imaginaria. Aí, voê põe a culpa no destino e se entrega a uma recaída. É quando percebe que nada mudou, que continua chovendo no molhado.
Então, não tem jeito: você tira mais forças de não sei onde (sim, você é muito forte) e some de novo, se conformando mais uma vez de que não tem que ser. O ciclo se fechou e tem que aceitar isso. Você fica aliviada, com aquela sensação de "fiz tudo o que pude".
Eis que aí, depois de tudo isso, essa criatura ressurge das cinzas mais uma vez pedindo que pelo menos sejam amigos.
E a minha pergunta é: falar o que numa hora dessa?
Os momentos sempre são muito intensos. Mas a cada briga louca você se lembra de um dia inesquecível. Essas brigas aumentam e os amigos começam a ficar tensos a cada vez que estão juntos. Até que ninguém mais leva vocês dois a sério, mesmo quando juram de pé junto que não querem nunca mais se encontrar. E os amigos estão certos, porque vocês se encontram. Sempre se encontram no final das contas, mesmo que demore. Até a próxima confusão.
Essas situações viram um ciclo muito vicioso. Você chora muito, ri muito, grita muito... E aí chega a certeza inevitável de que está no seu limite. Você muda sua vida, se afasta dos lugares e amigos em comum. Apaga fotos, lembranças e todos os telefones da agenda do celular - apesar de saber de todos de cor.
O tempo passa, você fica bem, segue a vida adiante. Quando já se acostumou com o novo rumo, você o reencontra, e ele pede mais uma chance. Te diz todo aquele bláblá que no fundo queria tanto ouvir. E fortemente, você diz que não, com o coração na mão. Tem até dor de barriga. Mas mantém a cabeça no lugar.
Passa mais um tempo, você sente um pouco de saudade, e, quando menos espera, lá está ele de novo na sua frente. Sem querer, num lugar que você jamais imaginaria. Aí, voê põe a culpa no destino e se entrega a uma recaída. É quando percebe que nada mudou, que continua chovendo no molhado.
Então, não tem jeito: você tira mais forças de não sei onde (sim, você é muito forte) e some de novo, se conformando mais uma vez de que não tem que ser. O ciclo se fechou e tem que aceitar isso. Você fica aliviada, com aquela sensação de "fiz tudo o que pude".
Eis que aí, depois de tudo isso, essa criatura ressurge das cinzas mais uma vez pedindo que pelo menos sejam amigos.
E a minha pergunta é: falar o que numa hora dessa?
terça-feira, 11 de março de 2008
Momento Doril
Pois é, sumi, né!
Fiz aniversário, briguei com o falecido-ex em plena festa, minha gatinha linda morreu e voltei de férias encontrando a minha área extinta. Vamos combinar que, falando assim, dá pra pensar: positivo, negativo, negativo, negativo; tipo saldo muito abaixo de zero.
Mas o sumiço não foi por isso não; o ex que se dane e fui realocada em uma área bem legal assim que voltei. A parte da minha fiel companheira é que foi cruel, mas tudo bem. Sobrevivi.
O Doril que tomei se deve a um momento "mega-ultra-ploc" reflexivo pelo qual estou passando. Não sei se isso já aconteceu com vocês, mas comigo é a primeira vez. Sabe aquela vontade de ficar quietinha assistindo a um bom filme cult, daqueles que ninguém quer ver, ou lendo aquele livro de 458 páginas interessantérrimo? Sabe aquele pensamento tipo "será que posso confiar em alguém" ou "será que tenho amigos de verdade mesmo" ? Sabe isso tudo misturado e mais os dois celulares desligados por todo fim de semana? (sim, os dois)
Isso pode parecer normal para alguns. No entanto, a questão é que sou uma pessoa muito extrovertida, que até então se via rodeada de amigos nas melhores festas do momento, e que reservava apenas de 2ª a 5ª feira para seu lado intelectual - jamais um sábado à noite.
De repente, me vejo reavaliando minhas escolhas. Me pego no meio daquela gente toda sem confiar em 99% dela. Será que estariam ali na alegria e na tristeza? Na festa e na sessão cult?
A verdade é que fui radical, me isolei de quase todo mundo. Me trancafiei com meus pensamentos e muitas vezes sem pensamento algum, só por ficar sozinha mesmo. Coisa que nunca havia feito.
Nesse momento, me dou o direito de não ter opinião sobre nada e sobre ninguém. Quero encontrar certezas sobre mim mesmo. E, acreditem, meu saldo já está pra lá de mil!
[... apesar das saudades da minha gatinha...]
Fiz aniversário, briguei com o falecido-ex em plena festa, minha gatinha linda morreu e voltei de férias encontrando a minha área extinta. Vamos combinar que, falando assim, dá pra pensar: positivo, negativo, negativo, negativo; tipo saldo muito abaixo de zero.
Mas o sumiço não foi por isso não; o ex que se dane e fui realocada em uma área bem legal assim que voltei. A parte da minha fiel companheira é que foi cruel, mas tudo bem. Sobrevivi.
O Doril que tomei se deve a um momento "mega-ultra-ploc" reflexivo pelo qual estou passando. Não sei se isso já aconteceu com vocês, mas comigo é a primeira vez. Sabe aquela vontade de ficar quietinha assistindo a um bom filme cult, daqueles que ninguém quer ver, ou lendo aquele livro de 458 páginas interessantérrimo? Sabe aquele pensamento tipo "será que posso confiar em alguém" ou "será que tenho amigos de verdade mesmo" ? Sabe isso tudo misturado e mais os dois celulares desligados por todo fim de semana? (sim, os dois)
Isso pode parecer normal para alguns. No entanto, a questão é que sou uma pessoa muito extrovertida, que até então se via rodeada de amigos nas melhores festas do momento, e que reservava apenas de 2ª a 5ª feira para seu lado intelectual - jamais um sábado à noite.
De repente, me vejo reavaliando minhas escolhas. Me pego no meio daquela gente toda sem confiar em 99% dela. Será que estariam ali na alegria e na tristeza? Na festa e na sessão cult?
A verdade é que fui radical, me isolei de quase todo mundo. Me trancafiei com meus pensamentos e muitas vezes sem pensamento algum, só por ficar sozinha mesmo. Coisa que nunca havia feito.
Nesse momento, me dou o direito de não ter opinião sobre nada e sobre ninguém. Quero encontrar certezas sobre mim mesmo. E, acreditem, meu saldo já está pra lá de mil!
[... apesar das saudades da minha gatinha...]
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
É big. É big.
E finalmente chega o dia pelo qual espero o ano inteiro: meu aniversário! Sim, hoje completo mais um verão de vida. Já comentei aqui como sou feliz nesse dia, aliás, inexplicavelmente feliz. Pensem só nas desvantagens: a partir de hoje me resta menos um ano de vida, menos tempo de juventude - porque é fato que já já a maldita da gravidade agirá sobre mim. Também é um dia que passarei atendendo a telefonemas diversos, alguns de muitos queridos, outros nem tanto assim, mas todos me dando parabéns por um mérito que nem tive. Parabéns porque passou no vestibular é show, parabéns porque conseguiu um emprego também, parabéns porque teve um filho nem se fala, parabéns porque salvou uma vida é maravilhoso. Mas parabéns porque sobreviveu mais um ano é meio estranho, né não?
Mas é a época do ano mais feliz para mim; começa com a chegada do verão, vem o reveillon, carnaval e meu aniversário! aaaa, que delícia! E pra completar, tirei 20 dias de férias para desfrutar.
Sinceramente, hoje sou uma espécie de Mulher Maravilha. Nada pode me deter.
Tô me sentindo até meio bocó pra falar a verdade. Mas uma bocó feliz, e é isso o que importa no final das contas.
E parabéns para mim!!!
Mas é a época do ano mais feliz para mim; começa com a chegada do verão, vem o reveillon, carnaval e meu aniversário! aaaa, que delícia! E pra completar, tirei 20 dias de férias para desfrutar.
Sinceramente, hoje sou uma espécie de Mulher Maravilha. Nada pode me deter.
Tô me sentindo até meio bocó pra falar a verdade. Mas uma bocó feliz, e é isso o que importa no final das contas.
E parabéns para mim!!!
domingo, 10 de fevereiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Bota estranha nisso...
Estava eu, linda e faceira mais uma vez, super concentrada no trabalho quando eis que surge o seguinte e-mail em minha caixa postal:
Era de um amigo-praticamente-guru. Um cara muitos anos mais velho, experiente na vida, que sabe das coisas, e a quem sempre tento analisar e tirar algumas lições. Não entendi por que ele me mandou isso, não havia pedido nenhum conselho e também não era uma corrente, já que foi enviada somente a mim.
Mas nem me apeguei ao motivo dele, e sim ao que diz a mensagem.
Às vezes eu acho que anjos da guarda existem e são pessoas comuns. Um irmão, um amigo ou até um desconhecido na rua; e que, em algum momento, mesmo que por 10 segundos, fazem alguma coisa que de certa forma te acrescenta. Esse meu amigo é assim: às vezes sabendo, outras não, mas sempre abrindo um novo horizonte na minha visão.
De fato, muitas vezes fiquei pensando em como a vida é estanha mesmo, prega algumas peças, faz a gente morder a própria língua e até dá uma rasteira daquelas. Mas reparem como tudo tem um por quê, basta saber olhar. Já reprovei em uma matéria para trocar de curso - e foi a melhor coisa que eu fiz. Já deixei de amar alguém e achei que meu mundo ía desabar, quando descobri o que é viver uma paixão. Já sofri mal entendidos para perceber um caráter duvidoso. E aí, veio o estalo: na minha vida, tudo tudo tudo se explica. O grande pulo do gato é ter a paciência de esperar essa explicação.
E, no momento, o que preciso é dessa paciência. Se vendesse paciência por aí, eu comprava a dúzia.
Quanto à minha resposta ao e-mail?
" Querida, a vida é sempre estranha, mas aprenda a vê-la sob todos os ângulos. Beijos"
Era de um amigo-praticamente-guru. Um cara muitos anos mais velho, experiente na vida, que sabe das coisas, e a quem sempre tento analisar e tirar algumas lições. Não entendi por que ele me mandou isso, não havia pedido nenhum conselho e também não era uma corrente, já que foi enviada somente a mim.
Mas nem me apeguei ao motivo dele, e sim ao que diz a mensagem.
Às vezes eu acho que anjos da guarda existem e são pessoas comuns. Um irmão, um amigo ou até um desconhecido na rua; e que, em algum momento, mesmo que por 10 segundos, fazem alguma coisa que de certa forma te acrescenta. Esse meu amigo é assim: às vezes sabendo, outras não, mas sempre abrindo um novo horizonte na minha visão.
De fato, muitas vezes fiquei pensando em como a vida é estanha mesmo, prega algumas peças, faz a gente morder a própria língua e até dá uma rasteira daquelas. Mas reparem como tudo tem um por quê, basta saber olhar. Já reprovei em uma matéria para trocar de curso - e foi a melhor coisa que eu fiz. Já deixei de amar alguém e achei que meu mundo ía desabar, quando descobri o que é viver uma paixão. Já sofri mal entendidos para perceber um caráter duvidoso. E aí, veio o estalo: na minha vida, tudo tudo tudo se explica. O grande pulo do gato é ter a paciência de esperar essa explicação.
E, no momento, o que preciso é dessa paciência. Se vendesse paciência por aí, eu comprava a dúzia.
Quanto à minha resposta ao e-mail?
"Bota estranha nisso, meu querido. Mas eu tô tentando, tô tentando..."
domingo, 27 de janeiro de 2008
Sim, sou muito independente.
Lembra aquela história de barbarizar em Cancun no carnaval?
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.
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Babou!
A gerente de Beltrana resolvou que ía fazer um planejamento estratégico da empresa e que ela não poderia ir, aí a Siclana ficou fula e desistiu, aí a outra deu pití blábláblá. É um povo enrolado, sem dúvida. Concluindo, geral desistiu e eu fiquei a ver navios... porque acabaram cancelando minha passagem também.
Como estou num momento zen, acabei não matando ninguém. Mas dei um grito de independência:
Isso, isso, isso! Após meu sonho de tequila ter ido por ralo abaixo, comecei a me informar sobre o carnaval alheio. Uma galera indo pra Salvador: 5 mil reais a menos no meu bolso para beijar desconhecidos, não obrigada. Outra indo pro sul: todo ano é isso, não obrigada. Tem gente indo para Maresias: música eletrônica com "orra meu" de fundo, não obrigada. Muitas pessoas ficando aqui pelas minhas bandas do Rio de Janeiro: não aguento mais marchinhas/bandinhas/pagodinhos, não obrigada.
A questão é: ficar no Brasil não dá. Como meu bolso não está esbanjando, Paris fica pra outro momento. Por isso, decidi pela boa e companheira cidade de Buenos Aires. Pelo menos, vou continuar falando "Arriba Muchachos", trocando a tequila por um bom vinho.
Vou sozinha mesmo, ficar no albergue e muito feliz.
Apesar de todo mundo dizer: "Nossa, como você tem coragem", acho que um grito de indepedência é bom e todo mundo deveria ter um.
Eu já lancei o meu e quero ver quem me segura.
.
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Babou!
A gerente de Beltrana resolvou que ía fazer um planejamento estratégico da empresa e que ela não poderia ir, aí a Siclana ficou fula e desistiu, aí a outra deu pití blábláblá. É um povo enrolado, sem dúvida. Concluindo, geral desistiu e eu fiquei a ver navios... porque acabaram cancelando minha passagem também.
Como estou num momento zen, acabei não matando ninguém. Mas dei um grito de independência:
"Que se dane o mundo, vou viajar sozinha!!!"
Isso, isso, isso! Após meu sonho de tequila ter ido por ralo abaixo, comecei a me informar sobre o carnaval alheio. Uma galera indo pra Salvador: 5 mil reais a menos no meu bolso para beijar desconhecidos, não obrigada. Outra indo pro sul: todo ano é isso, não obrigada. Tem gente indo para Maresias: música eletrônica com "orra meu" de fundo, não obrigada. Muitas pessoas ficando aqui pelas minhas bandas do Rio de Janeiro: não aguento mais marchinhas/bandinhas/pagodinhos, não obrigada.
A questão é: ficar no Brasil não dá. Como meu bolso não está esbanjando, Paris fica pra outro momento. Por isso, decidi pela boa e companheira cidade de Buenos Aires. Pelo menos, vou continuar falando "Arriba Muchachos", trocando a tequila por um bom vinho.
Vou sozinha mesmo, ficar no albergue e muito feliz.
Apesar de todo mundo dizer: "Nossa, como você tem coragem", acho que um grito de indepedência é bom e todo mundo deveria ter um.
Eu já lancei o meu e quero ver quem me segura.
... será???
Hoje dei uma de pessoa normal e fiquei insegura. Por uma série de ocorridos, me bateu um medo absurdo de que meu futuro não seja exatamente o que sempre tive a certeza de que seria.
Tudo começou porque fiquei sabendo que meu "microondas" está funcionando por outras bandas. Primeiro baque: achei que essa pessoa não saberia viver sem mim, jamais. Achei que me esperaria para todo o sempre. Que todos os seus atos eram friamente calculados com o intuito de chegar até a mim. E qual foi minha supresa ao saber que ele está vivendo a vida dele, sem nem saber de minha existência?! É, minha gente, que mundo cruel. Mundo em que as pessoas desencanam e esquecem de você. Mundo em que a gente tem uma droga de sentimento de posse, que nos faz sofrer sem nem entendermos por quê.
E aí fui consolar as mágoas na casa de uma amiga recém casada. Amiga essa que me ensinou o que era a solteirice quando eu nem sabia o que era uma boate direito. Sabe quando alguém casa e todo mundo comenta: "Nossa, fulana vai casar" ?... E fiquei lá, vendo as fotos do casório, me divertindo com as histórias do passado, aquela nostalgia e um cheiro de naftalina...
Voltei pra casa com um pensamento mega ultra ploc careta: "Será que um dia eu vou casar? ". Gente, nunca me preocupei com isso. Isso pra mim é coisa de trintona encalhada frustrada desesperada por um marido. Mas, sinceramente, me bateu um medo alucinador de que eu não encontre a minha metade da laranja - por que a minha questão não é casar, é sim encontrar o cara. Casar por casar é mole, difícil é ser plenamente feliz com alguém.
Será? Será que eu encontro? Será que existe?
Sei que muita gente já passou por isso. Mas essa coisa de insegurança não é comigo não.
Acho que vou fazer terapia.
Tudo começou porque fiquei sabendo que meu "microondas" está funcionando por outras bandas. Primeiro baque: achei que essa pessoa não saberia viver sem mim, jamais. Achei que me esperaria para todo o sempre. Que todos os seus atos eram friamente calculados com o intuito de chegar até a mim. E qual foi minha supresa ao saber que ele está vivendo a vida dele, sem nem saber de minha existência?! É, minha gente, que mundo cruel. Mundo em que as pessoas desencanam e esquecem de você. Mundo em que a gente tem uma droga de sentimento de posse, que nos faz sofrer sem nem entendermos por quê.
E aí fui consolar as mágoas na casa de uma amiga recém casada. Amiga essa que me ensinou o que era a solteirice quando eu nem sabia o que era uma boate direito. Sabe quando alguém casa e todo mundo comenta: "Nossa, fulana vai casar" ?... E fiquei lá, vendo as fotos do casório, me divertindo com as histórias do passado, aquela nostalgia e um cheiro de naftalina...
Voltei pra casa com um pensamento mega ultra ploc careta: "Será que um dia eu vou casar? ". Gente, nunca me preocupei com isso. Isso pra mim é coisa de trintona encalhada frustrada desesperada por um marido. Mas, sinceramente, me bateu um medo alucinador de que eu não encontre a minha metade da laranja - por que a minha questão não é casar, é sim encontrar o cara. Casar por casar é mole, difícil é ser plenamente feliz com alguém.
Será? Será que eu encontro? Será que existe?
Sei que muita gente já passou por isso. Mas essa coisa de insegurança não é comigo não.
Acho que vou fazer terapia.
domingo, 6 de janeiro de 2008
FELIZ ANO TODO!!!
Chuchuletes, é ano novo!!!
Sempre um momento de reflexão, de correção, de planos... Mesmo que não realizemos metade do que queríamos, mesmo que sejam só sonhos, vale muito a pena pensar na vida.
Minha lista de objetivos para esse ano já está mais ou menos feita (algumas coisas estão clareando ainda). Não vou falar sobre ela agora não, só queria deixar aqui um vídeo que eu amoooo!!!
Sempre um momento de reflexão, de correção, de planos... Mesmo que não realizemos metade do que queríamos, mesmo que sejam só sonhos, vale muito a pena pensar na vida.
Minha lista de objetivos para esse ano já está mais ou menos feita (algumas coisas estão clareando ainda). Não vou falar sobre ela agora não, só queria deixar aqui um vídeo que eu amoooo!!!
vídeo:Aprendizado
"Aprendi que... Que o que realmente importa é a paz interior"
Feliz 2008! Feliz Ano Todo e muito sucesso para nós.
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