... ou poderia ser!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Bota estranha nisso...

Estava eu, linda e faceira mais uma vez, super concentrada no trabalho quando eis que surge o seguinte e-mail em minha caixa postal:


" Querida, a vida é sempre estranha, mas aprenda a vê-la sob todos os ângulos. Beijos"



Era de um amigo-praticamente-guru. Um cara muitos anos mais velho, experiente na vida, que sabe das coisas, e a quem sempre tento analisar e tirar algumas lições. Não entendi por que ele me mandou isso, não havia pedido nenhum conselho e também não era uma corrente, já que foi enviada somente a mim.

Mas nem me apeguei ao motivo dele, e sim ao que diz a mensagem.


Às vezes eu acho que anjos da guarda existem e são pessoas comuns. Um irmão, um amigo ou até um desconhecido na rua; e que, em algum momento, mesmo que por 10 segundos, fazem alguma coisa que de certa forma te acrescenta. Esse meu amigo é assim: às vezes sabendo, outras não, mas sempre abrindo um novo horizonte na minha visão.

De fato, muitas vezes fiquei pensando em como a vida é estanha mesmo, prega algumas peças, faz a gente morder a própria língua e até dá uma rasteira daquelas. Mas reparem como tudo tem um por quê, basta saber olhar. Já reprovei em uma matéria para trocar de curso - e foi a melhor coisa que eu fiz. Já deixei de amar alguém e achei que meu mundo ía desabar, quando descobri o que é viver uma paixão. Já sofri mal entendidos para perceber um caráter duvidoso. E aí, veio o estalo: na minha vida, tudo tudo tudo se explica. O grande pulo do gato é ter a paciência de esperar essa explicação.


E, no momento, o que preciso é dessa paciência. Se vendesse paciência por aí, eu comprava a dúzia.



Quanto à minha resposta ao e-mail?

"Bota estranha nisso, meu querido. Mas eu tô tentando, tô tentando..."

domingo, 27 de janeiro de 2008

Sim, sou muito independente.

Lembra aquela história de barbarizar em Cancun no carnaval?
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Babou!


A gerente de Beltrana resolvou que ía fazer um planejamento estratégico da empresa e que ela não poderia ir, aí a Siclana ficou fula e desistiu, aí a outra deu pití blábláblá. É um povo enrolado, sem dúvida. Concluindo, geral desistiu e eu fiquei a ver navios... porque acabaram cancelando minha passagem também.

Como estou num momento zen, acabei não matando ninguém. Mas dei um grito de independência:


"Que se dane o mundo, vou viajar sozinha!!!"



Isso, isso, isso! Após meu sonho de tequila ter ido por ralo abaixo, comecei a me informar sobre o carnaval alheio. Uma galera indo pra Salvador: 5 mil reais a menos no meu bolso para beijar desconhecidos, não obrigada. Outra indo pro sul: todo ano é isso, não obrigada. Tem gente indo para Maresias: música eletrônica com "orra meu" de fundo, não obrigada. Muitas pessoas ficando aqui pelas minhas bandas do Rio de Janeiro: não aguento mais marchinhas/bandinhas/pagodinhos, não obrigada.

A questão é: ficar no Brasil não dá. Como meu bolso não está esbanjando, Paris fica pra outro momento. Por isso, decidi pela boa e companheira cidade de Buenos Aires. Pelo menos, vou continuar falando "Arriba Muchachos", trocando a tequila por um bom vinho.

Vou sozinha mesmo, ficar no albergue e muito feliz.

Apesar de todo mundo dizer: "Nossa, como você tem coragem", acho que um grito de indepedência é bom e todo mundo deveria ter um.
Eu já lancei o meu e quero ver quem me segura.





... será???

Hoje dei uma de pessoa normal e fiquei insegura. Por uma série de ocorridos, me bateu um medo absurdo de que meu futuro não seja exatamente o que sempre tive a certeza de que seria.

Tudo começou porque fiquei sabendo que meu "microondas" está funcionando por outras bandas. Primeiro baque: achei que essa pessoa não saberia viver sem mim, jamais. Achei que me esperaria para todo o sempre. Que todos os seus atos eram friamente calculados com o intuito de chegar até a mim. E qual foi minha supresa ao saber que ele está vivendo a vida dele, sem nem saber de minha existência?! É, minha gente, que mundo cruel. Mundo em que as pessoas desencanam e esquecem de você. Mundo em que a gente tem uma droga de sentimento de posse, que nos faz sofrer sem nem entendermos por quê.

E aí fui consolar as mágoas na casa de uma amiga recém casada. Amiga essa que me ensinou o que era a solteirice quando eu nem sabia o que era uma boate direito. Sabe quando alguém casa e todo mundo comenta: "Nossa, fulana vai casar" ?... E fiquei lá, vendo as fotos do casório, me divertindo com as histórias do passado, aquela nostalgia e um cheiro de naftalina...

Voltei pra casa com um pensamento mega ultra ploc careta: "Será que um dia eu vou casar? ". Gente, nunca me preocupei com isso. Isso pra mim é coisa de trintona encalhada frustrada desesperada por um marido. Mas, sinceramente, me bateu um medo alucinador de que eu não encontre a minha metade da laranja - por que a minha questão não é casar, é sim encontrar o cara. Casar por casar é mole, difícil é ser plenamente feliz com alguém.

Será? Será que eu encontro? Será que existe?

Sei que muita gente já passou por isso. Mas essa coisa de insegurança não é comigo não.

Acho que vou fazer terapia.

domingo, 6 de janeiro de 2008

FELIZ ANO TODO!!!

Chuchuletes, é ano novo!!!

Sempre um momento de reflexão, de correção, de planos... Mesmo que não realizemos metade do que queríamos, mesmo que sejam só sonhos, vale muito a pena pensar na vida.

Minha lista de objetivos para esse ano já está mais ou menos feita (algumas coisas estão clareando ainda). Não vou falar sobre ela agora não, só queria deixar aqui um vídeo que eu amoooo!!!


"Aprendi que... Que o que realmente importa é a paz interior"


Feliz 2008! Feliz Ano Todo e muito sucesso para nós.