1- Casar, nem que dure apenas 2 meses
2- Ser mãe
3- Ir pra Cancun solteira
4- Ir pra Europa (bem) acompanhada
5- Dar um festão inesquecível de aniversário
6- Encontrar meu grande amor
7- Dizer o que sinto para cada pessoa importante
8- Ter um Natal feliz, pelo menos um
9- Esquecer algumas mágoas
10 -Fazer uma tatoo
11- Aprender a esquiar
12- Ter o meu negócio
13- Contribuir de alguma forma com o mundo
14- Roubar um beijo
15- Viajar sem rumo
... ou poderia ser!
domingo, 16 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Um dia...
Pratico muitos pecados capitais: gula, preguiça, ira, luxúria, avareza... não nego a minha não vocação para santa. Mas um especial passa na maioria das vezes muito longe de mim: a inveja. Digo muitas vezes porque há sim uma coisa que me faz despertá-la, que é a família. Realmente invejo quem tem uma família. Não uma família qualquer, porque nunca tive conhecimento sobre nenhum filho de chocadeira. Mas me refiro a uma família estruturada, com laços fortes, que se reúna no jantar ou pelo menos no Natal.
Acho lindo irmãos que se amam e são parceiros, que desejam o bem do outro. Quisera eu ter pais unidos, que colocassem sempre os filhos como prioridade. Eu infelizmente nunca tive isso, e quanto mais adulta eu fico, mais percebo como faz falta.
Apesar disso, nunca tive grandes problemas, sempre consegui o que quis por meus próprios meios desde cedo, e isso foi bastante positivo. No entanto, aprendi a ser dura, aprendi a não confiar em ninguém, aprendi a ser muito exigente com aqueles que se aproximam de mim. Isso é ruim. A ingenuidade é um mal muitas vezes necessário. Sei me proteger mas não sei me doar, e isso desde sempre. Porque sempre vejo a maldade onde ela existe, mas muitas vezes seria melhor não percebê-la.
Sou uma intolerante que não se decepciona, mas muitas vezes queria apenas chegar em casa e poder chorar contando alguma decepção.
Por isso que vejo algumas amigas tão companheiras de seus irmãos ou tão cúmplices de seus pais que penso que por um instante eu trocaria toda a minha indepedência por um chamego.
De verdade, um dia eu serei uma mãe maravilhosa.
Acho lindo irmãos que se amam e são parceiros, que desejam o bem do outro. Quisera eu ter pais unidos, que colocassem sempre os filhos como prioridade. Eu infelizmente nunca tive isso, e quanto mais adulta eu fico, mais percebo como faz falta.
Apesar disso, nunca tive grandes problemas, sempre consegui o que quis por meus próprios meios desde cedo, e isso foi bastante positivo. No entanto, aprendi a ser dura, aprendi a não confiar em ninguém, aprendi a ser muito exigente com aqueles que se aproximam de mim. Isso é ruim. A ingenuidade é um mal muitas vezes necessário. Sei me proteger mas não sei me doar, e isso desde sempre. Porque sempre vejo a maldade onde ela existe, mas muitas vezes seria melhor não percebê-la.
Sou uma intolerante que não se decepciona, mas muitas vezes queria apenas chegar em casa e poder chorar contando alguma decepção.
Por isso que vejo algumas amigas tão companheiras de seus irmãos ou tão cúmplices de seus pais que penso que por um instante eu trocaria toda a minha indepedência por um chamego.
De verdade, um dia eu serei uma mãe maravilhosa.
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